Absenteísmo em Central de Monitoramento

O absenteísmo é um tema que ocupa a mente de gestores dos mais diversos ramos e segmentos. Em linhas gerais, o absenteísmo é o nome do fenômeno em que a ausência do colaborador ocorre, independente da motivação. Alguns estudiosos falam que absenteísmo é quando essa ausência tem um padrão e outros argumentam que o termo […]

O absenteísmo é um tema que ocupa a mente de gestores dos mais diversos ramos e segmentos. Em linhas gerais, o absenteísmo é o nome do fenômeno em que a ausência do colaborador ocorre, independente da motivação. Alguns estudiosos falam que absenteísmo é quando essa ausência tem um padrão e outros argumentam que o termo representa o conjunto de ausência de um grupo de trabalho. Seja lá qual for a interpretação, evitar o absenteísmo é evitar que os colaboradores faltem ao trabalho.

É um consenso que o absenteísmo deve se tratado de maneira global, observando todo o contexto de trabalho. Mas também é consenso que os casos individuais também devem ser observados. É papel do bom gestor coletar e analisar dados de absenteísmo de sua equipe. Pensar se há alguma correlação entre condições de trabalho, liderança, remuneração, carga de trabalho ou qualquer outro fator que possa estar colaborando com um índice alto de absenteísmo.

Especificamente, em centrais de monitoramento, o cuidado deve ser redobrado. Por se tratar de serviço que envolve a segurança de outrem, o gestor deve estar atento ao mínimo sinal de alteração do fluxo normal de trabalho. Saber ouvir sua equipe é essencial e registrar cada sugestão, reclamação ou elogio pode ajudar a entender no futuro se sua taxa de absenteísmo aumenta ou diminui. Muitas vezes apenas “trocar peças” não resolve o problema porque o problema não está nas pessoas.

Por fim, existe uma fórmula padrão que deve ser usada com cuidado. Ela é a seguinte:

Horas de ausência/Horas de Presença * 100

Por exemplo, se você tem 84 horas de ausência ÷ 1600 horas de trabalho x 100, o resultado é 5,25 % nesse período calculado. Geralmente se considera uma taxa razoável entre 2% e 3%. Mas recomendamos uma taxa máxima de 1,5% por se tratar de um trabalho essencial que deva ser exercido por pessoas capacitadas físicas e psicologicamente e geralmente possuir escalas de serviço com mais tempo de descanso. Mas se você está acima dessa taxa recomendada, não se desespere. Quase sempre as mudanças que levam à redução do absenteísmo são apenas detalhes e só precisam ser encontradas. E para encontrar algo, quanto mais pessoas procurando melhor.

Juan Apolinario
Mestre em Psicologia Social

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